Como o dono do blog nunca disse se tinha gostado do primeiro layout, fiz esse outro.
E já está decidido, enquanto o dono do blog não disse que gosta do layout, eu vou muda-lo pelo menos uma vez por mês, rssss
Vai ter mais layout's que post's por aqui, rsssssssssss...
Beijos pro dono do blog e do meu coração.
Nega ;)
14 maio, 2007
05 abril, 2007
A Vida...

Estou eu andando com meu carro pelas ruas de São Bernardo quando ao parar em um farol avisto um rapaz saindo de uma loja. Na saída o cara é abordado por outros dois rapazes que pedem para ele "ficar de boa", pegam as sacolas das compras que ele havia acabado de fazer e ainda pedem todo o dinheiro que o cara tinha sacado no banco senão ele ia morrer ali mesmo. Quando o sinal abriu, eu liguei para a polícia e não sei o que aconteceu depois.
Chegando em casa ao contar a história para a minha mãe ela disse ter ouvido no rádio que um senhor foi morto porque não quis entregar para os ladrões R$ 700,00 que havia sacado em São Paulo.
Aí conversamos sobre mortes no transito, brigas de bar, por mulher ou por vários motivos e ela como muitas outras pessoas falou que "hoje mata-se por nada. A vida humana não vale mais nada!"
Fui para a PUC pensando nisso... "a vida humana HOJE não vale mais nada..." Será que em algum dia da história da humanidade a vida de um homem, de um simples homem, valeu alguma coisa?
Oras, se voltarmos para a ditadura militar, se alguém que era contra o regime falasse alguma coisa corria sério risco de perder sua vida. Voltamos mais um pouco e durante as guerras mundiais bombas atômicas e químicas matavam aos milhares. Mais para trás, trabalhadores morriam tentando abrir estradas de ferro pelo mundo. A Igreja matava por causa da religião durante as Inquisições. Outras culturas matavam para oferecer sacrifício aos seus Deuses enquanto outras matavam porque o outro era diferente.
E por mais que eu me esforce para tentar encontrar um lugar no mundo onde ninguém "morra por nada" eu não consigo. Não consigo ver uma cultura que respeite os direitos de cada pessoa. O direito de ter uma religião diferente, de poder se vestir, falar, se comportar diferente.
Hoje o miserável e o podre de rico vivem no mesmo mundo e cada um tem o seu mundo onde a vida tem um preço. O podre de rico paga por carros blindados, condomínios fechados, cercas elétricas enquanto o pobre se vira escondendo a carteira, correndo do ladrão e da polícia dependendo do caso.
Chegando em casa ao contar a história para a minha mãe ela disse ter ouvido no rádio que um senhor foi morto porque não quis entregar para os ladrões R$ 700,00 que havia sacado em São Paulo.
Aí conversamos sobre mortes no transito, brigas de bar, por mulher ou por vários motivos e ela como muitas outras pessoas falou que "hoje mata-se por nada. A vida humana não vale mais nada!"
Fui para a PUC pensando nisso... "a vida humana HOJE não vale mais nada..." Será que em algum dia da história da humanidade a vida de um homem, de um simples homem, valeu alguma coisa?
Oras, se voltarmos para a ditadura militar, se alguém que era contra o regime falasse alguma coisa corria sério risco de perder sua vida. Voltamos mais um pouco e durante as guerras mundiais bombas atômicas e químicas matavam aos milhares. Mais para trás, trabalhadores morriam tentando abrir estradas de ferro pelo mundo. A Igreja matava por causa da religião durante as Inquisições. Outras culturas matavam para oferecer sacrifício aos seus Deuses enquanto outras matavam porque o outro era diferente.
E por mais que eu me esforce para tentar encontrar um lugar no mundo onde ninguém "morra por nada" eu não consigo. Não consigo ver uma cultura que respeite os direitos de cada pessoa. O direito de ter uma religião diferente, de poder se vestir, falar, se comportar diferente.
Hoje o miserável e o podre de rico vivem no mesmo mundo e cada um tem o seu mundo onde a vida tem um preço. O podre de rico paga por carros blindados, condomínios fechados, cercas elétricas enquanto o pobre se vira escondendo a carteira, correndo do ladrão e da polícia dependendo do caso.
Um ônibus cheio de turistas incendiado no RJ?
Policiais mortos por vingança do PCC?
Atentados terroristas?
Mulheres queimadas na fogueira acusadas de serem bruxas?
Japoneses mortos por uma bomba nuclear?
Crianças mortas antes mesmo de nascer porque são indesejáveis?
Quanto vale a sua, a minha, a nossa vida?
Mulheres queimadas na fogueira acusadas de serem bruxas?
Japoneses mortos por uma bomba nuclear?
Crianças mortas antes mesmo de nascer porque são indesejáveis?
Quanto vale a sua, a minha, a nossa vida?
23 março, 2007

Estive pensando esses dias sobre a visita do Bush e cheguei a seguinte conclusão:
O presidente norte americano tem todo o direito de chegar em São Paulo, parar o aeroporto e todas as ruas por onde passa. Bloqueia um quarteirão e onde vai fecha todas as ruas por no mínimo 15 minutos;
Esse fechamento travou toda a cidade de São Paulo tumultuando a cidade e prejudicando milhões de pessoas;
Enquanto Bush pára a cidade com apoio das Polícias Federal, Militar e Civil, além do exército, CET, Guarda Municipal e aeronáutica, estudantes brasileiros, que pagam impostos e lutam por um país melhor não tem o direito de fechar uma única avenida, nesse caso a Avenida Paulista, e fazer um protesto contra o causador de todo o caos que a cidade viveu naquele maldito dia. Contra os estudantes são usadas balas de borracha, cacetadas, gás pimenta e outros artifícios "não letais".
O jornalista Geraldo Tite Simões do site motonline (www.motonline.com.br) tem uma tese interessante para explicar essas controvérsias do nosso país. Ele diz que o Brasil na verdade é Lisarb, um país ao contrário. Esse cara é especialista em motos e para explicar alguns gostos inexplicáveis do nosso povo ele pensou nessa teoria onde tudo é o contrário do que deveria ser.
De fato nosso país esta ao avesso, quase nada aqui funciona do jeito que deveria funcionar. As cenas dos estudantes apanhando em contraste com a forte segurança preparada para o Bush explicam bem isso. E o pior, ninguém sabe se um dia isso vai mudar...
O presidente norte americano tem todo o direito de chegar em São Paulo, parar o aeroporto e todas as ruas por onde passa. Bloqueia um quarteirão e onde vai fecha todas as ruas por no mínimo 15 minutos;
Esse fechamento travou toda a cidade de São Paulo tumultuando a cidade e prejudicando milhões de pessoas;
Enquanto Bush pára a cidade com apoio das Polícias Federal, Militar e Civil, além do exército, CET, Guarda Municipal e aeronáutica, estudantes brasileiros, que pagam impostos e lutam por um país melhor não tem o direito de fechar uma única avenida, nesse caso a Avenida Paulista, e fazer um protesto contra o causador de todo o caos que a cidade viveu naquele maldito dia. Contra os estudantes são usadas balas de borracha, cacetadas, gás pimenta e outros artifícios "não letais".
O jornalista Geraldo Tite Simões do site motonline (www.motonline.com.br) tem uma tese interessante para explicar essas controvérsias do nosso país. Ele diz que o Brasil na verdade é Lisarb, um país ao contrário. Esse cara é especialista em motos e para explicar alguns gostos inexplicáveis do nosso povo ele pensou nessa teoria onde tudo é o contrário do que deveria ser.
De fato nosso país esta ao avesso, quase nada aqui funciona do jeito que deveria funcionar. As cenas dos estudantes apanhando em contraste com a forte segurança preparada para o Bush explicam bem isso. E o pior, ninguém sabe se um dia isso vai mudar...
21 março, 2007
Alguns problemas nos quais tenho pensado
Faz tempo que algumas questões não saem da minha cabeça. Algumas bobas, simples... Outras complicadas, muito complexas.A verdade é que com a correria que tenho enfrentado nesses últimos meses, mal dá tempo de parar pra pensar. A faculdade tem sido minha prioridade pois se tem uma coisa que quero fazer logo é trabalhar por prazer e não por obrigação como acontece hoje. Começar a dar aulas de história vai ser um desafio daqueles que prometem!
Além disso preciso urgentemente de um lar meu, um lugar que eu possa dizer "essa é a minha casa!!!". Quando isso acontecer terei alcançado o meu principal objetivo que é o de não ficar pagando aluguel toda a vida e para que isso se realize, é preciso sacrifícios hoje que devem dar alguns frutos amanhã.
Levantar a empresa do pai, dar a atenção merecida para a namorada, agradar a mãe...
Não dá nem pra dizer que eu estou sendo muito exigido pois tem quem sofra milhões de vezes mais pressão do que eu tenho sofrido. Pelo menos 2007 resolveu começar de verdade e agora depois do carnaval e as coisas parecem caminhar em um passo mais acelerado. Tão acelerado que não dá tempo de reclamar da vida ou dos outros. Aliás os "outros" que tem feito de tudo para me separar da pessoa que tem sido meu alicerce durante esse "1 ano e pouco" e que deve estar se mordendo de raivar por apenas ter nos aproximado mais e mais. Nos aproximando tanto que tem sido cada vez mais comum fazermos planos, traçarmos projetos de vida que muito em breve vão começar a ser executados.
Mas antes do futuro, vem o presente. E agora eu preciso ler um belo texto sobre a Revolução Mexicana (a foto é de uma cerimônia em Quetzalcoatl no México) para a aula de amanhã, sem contar a soma da folha de pagamento, a ligação pra namorada, a ida ao banco, a troca de óleo da moto....
Inté!
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